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Nós reformados acusamos! Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 27 Janeiro 2014 09:56

Inter-reformados - 1 de FevereiroA Inter-Reformados Lisboa está solidária com a luta dos trabalhadores e da juventude e apela à participação de todos os reformados, aposentados e pensionistas no Dia Nacional de Luta, convocado pela CGTP-IN, do dia 1 de Fevereiro. Dia de luta que será marcado em Lisboa por uma manifestação entre o Cais do Sodré e os Restauradores.

No seu manifesto acusam o Governo PSD/CDS de rasgar os contratos que o Estado com eles firmou, roubando nas pensões de velhice, de sobrevivência e nos complementos de reforma, que amealharam com os seus descontos durante toda uma vida de trabalho. Acusam o Governo de ser um representante servil dos grandes interesses financeiros, que esmaga com impostos os reformados e os trabalhadores, enquanto os alivia para os rendimentos do capital. Acusam o Governo de destruir o Serviço Nacional de Saúde Público, em favor dos interesses privados e ameaçando a qualidade de vida e a sobrevivência dos idosos que dele tanto dependem.

É hora de convocar eleições para que a voz do povo se faça ouvir. Estamos fartos da política de direita. Exigimos uma política de esquerda e soberana para colocar o país no rumo do progresso e justiça social. A luta continua!

 

Ler manifesto da IR-Lisboa

 

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Folha Informativa Inter-Reformados - Dezembro 2013 Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 14 Janeiro 2014 10:00

Boletim informativo Inter Reformados Dez. 2013Já está disponivel a folha informativa da Inter-reformados de Dezembro de 2013 em:

www.cgtp.pt/images/images/2014/01/boletim-reformados.pdf

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Inter-reformados e Farpil cantam as Janeiras ao Primeiro-Ministro Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 13 Janeiro 2014 09:48

cante janeiras inter-reformadosEsta iniciativa, que se realizou dia 10 Janeiro, é a revolta destes ex-trabalhadores activos, a que por direito chamamos reformados, pelas prendas envenenadas que este Primeiro-Ministro lhes tem oferecido ao longo do seu mandato, agravadas pelo Orçamento de Estado para 2014, pela aplicação a agravamento de mais um imposto a que chamam de Comparticipação Extraordinária de Solidariedade e pelo aumento da comparticipação na ADSE.

Esta acção, a cantar, foi também uma forma de dizer ao Governo que estes reformados têm direitos! Enquanto trabalharam, uma parte dos salários foi para as caixas de previdência (criadas em algumas empresas antes do 25 de Abril) e, depois da revolução para o sistema de Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações. Descontaram e contribuíram para que tivessem as reformas consoante os descontos realizados.

Por isso não aceitamos que estejam a querer fazer um ajuste de contas com o 25 de Abril, a destruir o país com que sonhámos e que a nossa geração ajudou a construir depois desta data histórica, um país com direitos para quem trabalha e trabalhou, respeitado por todos os seus valores. Pelo país lutamos e lutaremos com todas as nossas forças contra aqueles que o querem destruir.

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Ataque do Governo aos reformados é obsessivo Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 07 Janeiro 2014 10:28

reformadosNota à Comunicação Social

O ataque do governo PSD/CDS aos reformados é constante e obsessivo. No 1.º dia útil deste ano de 2014 foi anunciado mais um confisco que incide unicamente sobre as pensões de reforma atribuídas pela C.G.A. e pela Segurança Social. Aqui há "efectiva convergência no empobrecimento de reformados e aposentados"!

A Inter-Reformados CGTP-IN, opõe-se a reduções de direitos dos reformados e aposentados, sejam do sector público ou privado. Por isso, lutará contra esta medida que põe em causa direitos legais e constitucionais que constituem património de todos os reformados e aposentados, que ao Estado confiaram as contribuições das suas vidas de trabalho.

Dizemos que a Contribuição extraordinária de solidariedade – C.E.S. é um Imposto injusto e inconstitucional, desde que foi aplicado a pensões acima de 1.350 euros e que este governo quer, este ano, alargar a pensões de 1.000 euros.

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ADIADO para dia 10 de Janeiro - o Cante das Janeiras hoje dia 06 de Janeiro Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 06 Janeiro 2014 12:38

adiadoAdiado
O Cante das Janeiras ao Primeiro-Ministro
Dia 10 de Janeiro 15h00
Residência Oficial do Primeiro- Mininistro

 

A Inter-Reformados Lisboa e a FARPIL, decidiram adiar o cantar das Janeiras ao Primeiro-Ministro previsto para hoje dia 6 de Janeiro, para o próximo dia 10 de Janeiro pelas 15h junto à residência oficial do 1º Ministro sito na Rua Borges Carneiro, em Lisboa.
O adiamento prende-se com razões de varia ordem, mas em particular pela realização à mesma hora do funeral de Eusébio da Silva Ferreira, um nome incontornável do desporto nacional e internacional.

Pedimos a participação nesta iniciativa!

 

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CGTP: Alargamento de CES e ADSE é injusto e inconstitucional Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 06 Janeiro 2014 09:50

Arménio Carlos"Estamos perante uma medida injusta, imoral e, na nossa opinião, inconstitucional", afirmou Arménio Carlos em declarações à Lusa.
De acordo com o secretário-geral da CGTP, a decisão do Governo encarna "uma nova ofensiva contra os trabalhadores e os reformados" e o alargamento da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) constitui "a imposição de um novo imposto que, a concretizar-se, se iria traduzir numa redução ainda mais significativa do poder de compra com todas as consequências para as famílias e, particularmente para a procura interna".
O Governo anunciou na quinta-feira, a seguir à reunião do Conselho de Ministros, que vai alargar a base de incidência da CES e aumentar as contribuições dos beneficiários da ADSE, como forma de compensar o chumbo do Tribunal Constitucional relativo às medidas de convergência das pensões.
Admitindo ser necessário fazer cortes nos custos, Arménio Carlos defendeu que isso não pode ser feito à custa da despesa social.
Os cortes "têm de ser feitos na despesa supérflua, naquilo que são as gorduras do Estado", referiu, nomeando como exemplos "as parcerias público-privadas (PPP), os [contratos] 'swap' e os juros da dívida, que levam todos os anos mais de 8 mil milhões de euros".
Por isso, concluiu, a CGTP vai "mobiliza os trabalhadores para contestar e derrotar" as medidas.

 

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