STML - Desde 1977 a lutar pelos trabalhadores
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Aos Trabalhadores da CML Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 15 Março 2022 14:22

cml ed munSTML reúne com o Vice-Presidente da Autarquia de Lisboa

Por solicitação do STML, realizou-se a 14 de março uma reunião com o Executivo da CML, representado pelo seu Vice-Presidente Filipe Anacoreta Correia. Também presentes, o Adjunto e o Assessor do Vereador Ângelo Pereira - responsável político pela Proteção Civil, RSB e Limpeza Urbana, entre outros serviços municipais -, para além dos responsáveis da Direção Municipal de Recursos Humanos (DMRH) e da Direção Municipal da Higiene Urbana (DMHU). Face à ordem de trabalhos enviada previamente pelo Sindicato para esclarecimentos e informação, destacamos o seguinte. Assim,

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Trabalhadores-cantoneiros de Belém não baixam os braços! Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 09 Março 2022 16:53

2Lutar vale sempre a pena!

 

Durante o mês de fevereiro foi recolhido um abaixo-assinado onde se exigiam respostas ao Executivo da Junta de Freguesia de Belém a um conjunto de problemas que há muito se arrastam sem a devida resolução. De um universo de cerca de 40 trabalhadores-cantoneiros, 38 subscreveram o referido abaixo-assinado. 

A 9 de março, em manifestação do Posto de Limpeza situado na Travessa da Saúde até à sede da Junta de Freguesia, os trabalhadores gritaram bem alto as suas reivindicações.

Já na sede da Junta, uma delegação do STML foi recebida pelo Presidente da Freguesia de Belém, tendo o mesmo assumido o compromisso de reunir com o Sindicato no próximo dia 25 de março, momento em que se espera debater as soluções aos problemas dos trabalhadores, além de iniciar a negociação visando a celebração de um ACEP. 

Abaixo-assinado entregue ao Executivo da Freguesia de Belém. 

 

 

Lutar vale sempre a pena, unidos, organizados e com confiança!

 

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Parar a Guerra! Dar oportunidade à Paz! Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 03 Março 2022 17:02

CPPC - Parar a Guerra Dar uma oportunidade a pazA situação de guerra na Ucrânia, que tem repercussões em toda a Europa, comporta riscos de consequências imprevisíveis.

A guerra não pode ser uma solução para um conflito e não é, em caso algum, um caminho para estabelecer a paz.

Nesse sentido, os subscritores, entre os quais, o STML:

-Apelam ao fim da guerra na Ucrânia, ao estabelecimento de negociações, de modo a encontrar um acordo justo e duradouro, no interesse dos povos;

-Reclamam que, a par da suspensão imediata dos combates na Ucrânia, seja travado o constante aumento de forças militares e de armamentos no Leste da Europa, situação que tende a sobrepor os interesses da guerra à paz, à amizade e à cooperação entre os povos da região;

-Salientam que as sanções não devem substituir a diplomacia porque, em primeiro lugar, atingem as condições de vida das populações, tanto dos países que as sofrem como dos que as impõem;

-Repudiam todas as manifestações de fascismo, nazismo e nacionalismo agressivo onde quer que se manifestem;

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Dia Internacional da Mulher Trabalhadora Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 03 Março 2022 15:46

imagem igualdade8 Março, às 09h30 no Cinema de São Jorge

 

A 8 de março de 1857 um grupo de trabalhadoras da indústria têxtil organizou uma marcha em Nova Iorque para exigir melhores condições de trabalho, a redução da jornada diária de trabalho e direitos iguais face aos homens. Em 1910, Clara Zetkin (revolucionária alemã), propõe na Conferência Internacional realizada em Copenhaga, que este dia fosse definido como o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora. A partir desse momento, todos os anos, este dia marca a justa homenagem às mulheres que lutaram pelos seus direitos, mas também relembra o longo caminho que ainda há trilhar no sentido de alcançar efetivamente o direito à igualdade, no trabalho e na vida.

Em Portugal, as mulheres vêem reconhecidos direitos e liberdades numa Constituição da República só possível após a Revolução de Abril. Mas ainda hoje a Constituição não é cumprida e a mulher continua a ser a maior vítima da violência, do assédio, da precariedade, dos baixos salários, da desvalorização profissional, da desconciliação entre a vida profissional e a vida pessoal. A mulher continua a dar assistência aos filhos, à família, aos idosos, multiplicando, triplicando a jornada de trabalho como tão bem evidenciou esta situação pandémica, mas continua a ser penalizada pelos entraves à progressão na carreira ou no acesso a cargos de chefia.


Queremos e exigimos direitos iguais, igualdade de oportunidades! Queremos e exigimos melhores salários! Queremos e exigimos o combate à violência e ao assédio nas suas múltiplas dimensões! Exigimos mais e melhores funções sociais do Estado na área da educação, da saúde, da segurança e proteção social, na habitação, na acessibilidade e transportes, na rede de creches e jardins-de-infância, de centros de apoio aos mais idosos! Exigimos, porque temos Direito! Temos direitos!

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