STML - Desde 1977 a lutar pelos trabalhadores
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Participação na Acção de Luta da USL de 28 de Janeiro de 2011 Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 25 Janeiro 2011 15:17

 

manif.28.janeiro-usl

 

28 de Janeiro de 2011 - 14H30

CONCENTRAÇÃO: Largo de Camões


(Seguida de desfile para a Residência Oficial do 1º Ministro)

 

Que vida é esta?

Roubo no salário - cortes e congelamento!

Aumento dos descontos para a CGA, ADSE e CNP!

Aumento do IRS!

Aumento dos custo de vida!

 

CONTRA AS POLÍTICAS ANTI-SOCIAIS DO GOVERNO

CONTRA AS CHANTAGENS DO PATRONATO

POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO

 

Vem à Rua!             Manifesta-te!

 

Nota: Os trabalhadores da CML têm dispensa ao abrigo da lei sindical entre as 13H00 e as 18H00.

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Eleições Presidenciais – A necessidade de um voto consciente e consequente. Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 21 Janeiro 2011 14:45

Um voto de luta e contestação às politicas que nos roubam os salários, os direitos e nos hipotecam o futuro!

 

Presidenciais 2011No próximo dia 23 de Janeiro realizam-se as eleições para a presidência da República. Também neste dia, os trabalhadores portugueses em geral e os trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa em particular, deverão demonstrar com o seu voto, o descontentamento e2 o seu protesto pelas políticas de direita defendidas e implementadas nos últimos anos.

O actual presidente da República, Cavaco Silva, também ele candidato, foi e continua a ser, um dos responsáveis máximos pelo agravar do estado económico-social no nosso país.

Relembramos os 10 anos em que Cavaco Silva foi primeiro-ministro e as opções políticas que então defendeu que implicaram por exemplo, a destruição das pescas e da agricultura portuguesa; a criação das parcerias pública - privadas, uma das medidas que se revelaram autênticos cancros da nossa sociedade, responsáveis por prejuízos de milhões de euros, dinheiro que é sugado ao erário público para encher os bolsos a meia dúzia de grandes empresários e grandes grupos económicos, como é o caso evidente do Grupo José Mello, responsável pela exploração de inúmeros equipamentos na área da saúde, com destaque para o Hospital Amadora/Sintra ou ainda, a implementação da tese “melhor Estado, menos Estado” que conduziu à desvirtuação, redução e extinção dos serviços públicos e, simultaneamente, no ataque às funções sociais do Estado nas áreas da saúde, da educação, da segurança social, da habitação ou da justiça.

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Resolução do Plenário Nacional da Frente Comum de 18 de Janeiro de 2011 Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 19 Janeiro 2011 14:38

OS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA VÃO CONTINUAR A LUTAR CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS E A DEGRADAÇÃO DAS SUAS CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO

 

Frente ComumOs dirigentes, delegados e ativistas sindicais da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública repudiam a política de direita de sucessivos governos, aprofundada pelo atual governo PS e que está a permitir uma brutal acumulação de lucros ao grande capital enquanto retira direitos aos trabalhadores e degrada as sua condições de vida.

Com os PEC I, II e II e o Orçamento para 2011, o governo procede à diminuição efetiva de todos os salários reais e chega mesmo a cortar salários nominais, postergando princípios fundamentais do Estado de direito democrático, o que configura um autêntico esbulho; congela pensões e valorizações remuneratórias e diminui outras; aumenta os descontos dos trabalhadores e aposentados para o IRS; aumenta o desconto para a CGA; congela admissões; rouba tempo de serviço. Estas medidas juntam-se à precarização introduzida na Administração Pública com a Lei dos Vínculos, Carreiras e Remunerações e legislação posterior, que destruiram o vìnculo de nomeação e as carreiras profissionais e agravaram o clientelismo e a partidarização e potenciaram ainda mais a privatização de serviços essenciais que o Estado está constitucionalmente obrigado a prestar.

Por outro lado, com a subida do IVA, aumentam os custos com a energia eléctrica - 3,8% no consumo doméstico e até 10% no consumo industrial – e com o gás – 2,6% e 4,1%. Isto, depois do agravamento do preço do gasóleo em 17%, da gasolina em 12% e do gás em 23%, no último ano. Também os transportes públicos e os passes sociais sofrem aumentos entre os 3,5% e os 4,5%. As portagens aumentam em média 2,3% e passarão a ser pagos novos troços de auto-estradas até agora isentos.

Ao contrário, os 4 maiores bancos privados, em conjunto com a PT, a EDP e a GALP apresentarem nos 3 primeiro trimestres de 2010 lucros no valor de 7.852 milhões de euros (21,5 milhões por dia).

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Intimidação e repressão policial sobre dirigentes e delegados sindicais da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 19 Janeiro 2011 13:30

No dia 18 de Janeiro realizou-se junto à residência oficial do 1º Ministro o Plenário Nacional de activistas, dirigentes e delegados sindicais da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública.

O STML esteve presente através dos seus delegados e dirigentes sindicais, enquanto estrutura filiada da CGTP-IN e, igualmente da Frente Comum.

O plenário nacional teve um grande objectivo, nomeadamente, a denúncia das políticas e medidas do governo que atingem particularmente os trabalhadores da administração pública, através do roubo dos salários e a retirada de direitos. Relembramos, que a medida injusta e ilegal da redução salarial, foi já alvo por parte de inúmeros sindicatos da Frente Comum, onde se inclui o STML, da entrega de providências cautelares. Será igualmente exigido a inconstitucionalidade desta decisão, da única e exclusiva responsabilidade do governo PS (D), junto do Tribunal Constitucional.

O plenário foi concluído às 16h30! (Pensávamos nós!)

Contudo, no momento em que todos os presentes se dirigiam para os seus carros, para as suas casas, para os seus afazeres, o corpo de intervenção da PSP que se encontrava no local, numa postura incompreensível, intolerante e roçando posturas fascizantes que fizeram lembrar a polícia política no tempo da ditadura, a PIDE, proibiu o normal abandono daquele local pelas dezenas de homens e mulheres que lá se encontravam.

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